Tomando como referência a obra de Pierre Bourdieu, esboça-se no presente artigo uma reconstituição da génese da noção de habitus e, numa perspectiva de síntese, procura-se documentar algumas das suas principais propriedades teóricas. Efectua-se, igualmente, um pequeno retrato dos principais horizontes de mobilização sociológica de que a noção tem sido alvo.
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