Neste artigo[1] procura-se salientar a importância do conhecimento do aluno no êxito das reformas educativas. Reflecte-se sobre a situação de dois países, Portugal e Chile, pondo em evidência a não participação dos alunos, em particular na Educação Secundária, nas mudanças educacionais. Relaciona-se o processo de massificação da educação com as mudanças culturais que ela arrasta consigo. Referem-se, seguidamente, os enormes avanços da tecnologia e as suas consequências na alteração profunda do quotidiano dos estudantes. Constata-se a distância existente entre a cultura escolar e a cultura juvenil. Conclui-se por último, da necessidade urgente de as reformas educativas serem feitas não só para os alunos mas também com os alunos.
 [1] Os autores deste artigo, escrito através de sucessivos e-mail, vivem em países de continentes diferentes, falam idiomas diferentes e não se conhecem pessoalmente, mas liga-os uma preocupação similar: os alunos.
José Pinela, João C.M. Barreira, Lillian Barros, Sandra Cabo Verde, Amílcar L. António, Ana Maria Carvalho, M. Beatriz P.P. Oliveira, Isabel Cristina Fernandes Rodrigues Ferreira
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