Abstract Although climate warming is affecting most marine ecosystems, the Mediterranean is showing earlier impacts. Foundation seagrasses are already experiencing a well‐documented regression in the Mediterranean which could be aggravated by climate change. Here, we forecast distributions of two seagrasses and contrast predicted loss with discrete regions identified on the basis of extant genetic diversity. Under the worst‐case scenario, Posidonia oceanica might lose 75% of suitable habitat by 2050 and is at risk of functional extinction by 2100, whereas Cymodocea nodosa would lose only 46.5% in that scenario as losses are compensated with gained and stable areas in the Atlantic. Besides, we predict that erosion of present genetic diversity and vicariant processes can happen, as all Mediterranean genetic regions could decrease considerably in extension in future warming scenarios. The functional extinction of Posidonia oceanica would have important ecological impacts and may also lead to the release of the massive carbon stocks these ecosystems stored over millennia.
A fidelização dos doadores de sangue segue sendo parte fundamental do processo de produção do sangue, pois é o que permite a manutenção dos estoques de sangue de forma segura, para o atendimento às necessidades específicas e emergenciais hospitalares. As intercorrências durante a doação de sangue são uma possibilidade conhecida e descrita na literatura médica, porém sua ocorrência gera um impacto extremamente negativo no doador, principalmente quando ocorre em sua primeira doação. Pois, essa experiência negativa pode influenciar o abandono ao ato da doação tanto por parte daquele que a sofreu, quanto dos próximos a ele. Analisar a incidência da ocorrência de intercorrências aos doadores de sangue em sua primiera doação após ações de acolhimento realizadas junto a esse perfil de doadores que ocorreram no BSST no período de janeiro de 2021 a julho de 2022 e, comparar a incidência de ocorrência em período anterior as medidas de acolhimento estabelecidas. Foram desenvolvidos ações de acolhimento aos doadores em sua primeira doação, através de identificação por adesivo visual elaborado pela unidade, com treinamento de toda a equipe de colaboradores para que o doador seja acompanhado e informado de todos os passos ao longo do processo de doação (até sua liberação na saída do banco de sangue), entendendo o impacto social do seu ato de doação. Durante a doação mantemos seus membros elevados e oferecemos água e bala a todos independente de ter se alimentado dentro do tempo esperado. Foram avaliados, retrospectivamente, 801 intercorrências a doação de sangue através do sistema informatizado Real Blood e tabela própria de controle da unidade BSST, identificando a incidência em doadores durante sua primeira doação. Em avaliação prévia da incidência de intercorrências do BSST, a ocorrência encontrava-se me torno de 5,8%, sendo 47% em doações de primeira vez, onde 72,9% não retornaram para nova doação. Das 801 intercorrências no período analisado, após as ações de acolhimento e humanização, a incidência em doadores de primeira vez foi de 32% (259). A ansiedade do desconhecido é um sintoma frequente frente novas situações, não sendo diferente com a doação de sangue. Entendemos que dentre os fatores constitucionais (de difícil exclusão), a ansiedade estava com um fator de predisposção a ocorrência da intercorrência e desta forma, desenvolvemos as ações que acolhem, identificam e apoiam o doador durante sua permanência no Banco de Sangue. Observamos uma queda na incidência tanto das intercorrências gerais (5,8% em média para 2,8%) quanto no grupo que foi nosso objetivo principal (47% para 32%). Entendemos que este tema é de fundamental importância para que manobras possam ser desenvolvidas para a prevenção das intercorrências, tornando a visita do doador uma experiência agradável e conferindo assim seu retorno a unidade de doação, pois em nosso levantamento anterior a essas medidas, identificamos que 72% desses doadores não retornaram a unidade. Favorecendo assim, que compreender os perfis individuais e fatores físicos que favoreçam as intercorrências ao processo da doação, consiste em uma ferramenta importante para que estas possam ser evitadas ou minimizadas através de novas estratégias.
Bycatch is a major global threat to marine megafauna and occurs in nearly all fishing fleets, including small-scale fisheries that use gillnets. Gillnets represent a threat to endangered air-breathing megafauna, who incidentally entangle in bottom-set gillnets and suffocate after being attracted by bait that is secured on fishing gear. We here provide the first evidence that hawksbill turtles feed on trapped fish in gillnets, suggesting that potential prey items trapped in gillnets may act as additional bait, attracting carnivorous sea turtles towards this threat. This overlooked depredating behaviour potentially explains and increases the likelihood of critically endangered hawksbill turtle bycatch in gillnet fisheries, calling for technological and management solutions.